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Foz do Iguaçu, PR, Brazil
A Embaixada Da Família é uma Instituição missionária, evangélica, interdenominacional que nasceu no coração de Deus para levar pessoas ao pleno conhecimento da graça e obedecer a ordem de Jesus indo e pregando o evangelho tanto em Jerusalém , como em toda Judéia e até aos confins da Terra. Fundada OFICIALMENTE dia 02/03/2002,POREM DESDE 1994 ATENDE de forma informal.. mais de 100 crianças em Foz do Iguaçu, SEM QUALQUER RECURSO PUBLICO, mas como está no CORAÇÃO DO PAI, ELE SUSTENTA!!! Procuramos pessoas e igrejas que tenham um relacionamento profundo e sério com Deus, que cultivem uma atitude e compromisso de oração e que tenham total dependência de Deus e que também tenham o desejo de contribuir com o crescimento do Reino de Deus. Direção Geral:Pastor Waldir Vieira da Costa e Pastora Tânia Vieira da Costa. Conselho Pastoral: Pastor Waldir Vieira da Costa, Pastora Tania Vieira da Costa, Diretora Internacional e de Base na Africa do Sul:Missionária Beatriz Faria. CNPJ: 09.022.077/0001-37

sábado, 3 de julho de 2010


We are needing to pay off the housewe bought for our NGO . and still invest in reforms to meet all children ( here in Brazil and Africa) .. or we heve to stop what we believe, is not the WILL of GOD, please help, and URGENT contributing to the account of the embassy.

Banco do Brasil
Agencia 0140-6
c/corrente 48.532-2

quarta-feira, 23 de junho de 2010


Embaixada da Família presente no dia nacional contra a violência e exploração sexual infantil.

terça-feira, 25 de maio de 2010







Temos novas metas neste novo ano... ganhar TODAS as almas que Jesus nos enviar , não só atravez da igreja, mas de nossa ONG, crianças que antes estavam envolvidas pelo crack, maconha, enfim, todo tipo de entorpecente. Crianças em situação de risco ou não.. o importante é que são CRIANÇAS... temos tambem atendido à adolescentes e consequentemente queremos chegar aos seus pais como FAMILIA, que é o melhor projeto de Deus...
Para isso , precisamos de ajuda... em todas as áreas, é muito bonito falar que a criança é o futuro da nação, mas ficarmos de mãos atadas sem nada fazer para que elas tenham um futuro.
Temos vergonha de dizer que o Brasil ainda é um pais em desenvolvimento, qdo sabemos que é um dos mais ricos do mundo. Temos petroleo, ouro, pedras preciosas e a mais preciosa delas esta desaparecendo... a infância.
Com o maior imposto do mundo, ainda deixamos a desejar qto ao atendimento à infância.
Pedofilia, abuso de todos os sentidos parece que não abala mais a sociedade. Pouco se faz, NADA SE PUNE. Muitose ABAFA, principalmente entre os que mais precisavam protege-las. Para isso Deus tem levantado esse ministerio. Para AGIR. mas precisamos de ajuda.. da SUA AJUDA... ore, doe... FAÇA DIFERENÇA... INVISTA EM VIDAS é o MELHOR INVESTIMENTO DO MUNDO. obrigada, Deus CENTUPLIQUE SUAS DOAÇÕES...

Nossa Van esta já superlotada... precisamos de um micro-ônibus.. ou um ônibus... Deus proverá.
atendemos por volta de 100 crianças, dentro e fora da comunidade , a luta continua.

Prof. Ademar dando aulas de violão... uma benção

literalmente....pondo as mãos e os pés rsrsr na obra.. vamos pintar para melhorar a aparencia da nossa ong... é isso aí tia Solange... nossa missionária "padrão". rsrsr as crianças merecem

aprendendo fazer bijoux

criatividade com biscui...

aprendiz de biscui...

e o trabalho continuaaaaaaaaaaaaaa..oh gloria ensinando biscui...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dada a largada= Missão África

Glórias a Deus, foi dada a largada... embarcou dia 24 de janeiro para Cape Town - África, nossa amada Missionária Bia que foi com uma Missão muito especial...fincar no solo Africana a Bandeira da Embaixada da familia, ministerio da Comunidade Ceren. Com certeza , será dirigida por Deus, sustentada por pessoas com visão como eu e VOCE , que quer fazer missão e nãopode ir... então ENVIA, com suas orações, amor por almas e ofertas voluntarias. Ser um mantenedor é para poucos, infelizmente, pois a maioria,acredita que somente orar e achar "linda essa missão" é o suficiente para que ela vá em frente, sobreviva e dê frutos. Amados, é só ligar a TV para vermos as tragédias que nos alertam... Jesus esta às portas e quer saber de cada um de nós: O que voce fez por Mim e minhas ovelhas desgarradas diz o Senhor.... e o que diremos: Ah, Senhor, não tive tempo,dinheiro, ânimo, e Ele dirá... Apartai-vos de mim,não vos conheço, porque me chamas Senhor, Senhor , enão fazeis o que eu vos mando? Amados, essaé nossa Missão,.... FAZER MISSÃO, SUSTENTAR MISSÕES... oramos para que Deus use VOCE para ser canal de benção... SÊ TU UMA BENÇÃO.. para maiores informações, entre em contato conosco, estaremos sempre prontos a atendê-los para qualquer dúvida. nossos emails: obrigada pastora Tânia
pastora Tânia : taniarvc@hotmail.com
pastor Waldir: embaixada_da_familia@ig.com.br
obrigada por fazer parte deste sonho do Senhor...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Por que ir para tão longe se aqui perto há tanta necessidade?

Por Jairo de Oliveira

Eis aí uma pergunta que, pelo menos uma vez, todo missionário transcultural já deve ter tido que responder.
Visitando diversas igrejas no Brasil e compartilhando a respeito do nosso ministério de proclamação da Palavra de Deus aos povos africanos, Vânia e eu temos ouvido esta pergunta com certa frequência.
Por alguma razão, pessoas se sentem desconfortáveis com a ideia de que um indivíduo abrace desafios num contexto distante, enquanto há a manifestação de desafios, em certo sentido, semelhantes em seu ambiente originário.
Normalmente, diante da apresentação desta pergunta, temos procurado responder tendo em mente as seguintes razões:

Porque é bíblico

A atitude de alguém que sai da terra natal para levar o evangelho a outras nações é, antes de tudo, sustentada, inspirada e ordenada pelas Escrituras.
O fato é que a Bíblia é essencialmente um livro missionário e como tal requer que o povo do caminho concentre seus esforços no anúncio da glória de Deus também entre aqueles que estão distantes.
Abraão foi o pioneiro a ter que deixar sua casa para se tornar bênção para as famílias da terra (Gn. 12.1-3), cumprindo assim os projetos missionários divinos. Depois dele, muitos outros personagens bíblicos seguiram seu rastro, tanto no Antigo como no Novo Testamento.
Sair da própria terra para levar o evangelho aos que estão distantes não se trata de uma proposta humana. Não é modismo, heroísmo ou tentativa de expansão religiosa. O trabalho missionário transcultural é vontade e propósito de Deus! A tarefa missionária da Igreja, antes de qualquer outra coisa, é bíblica.

Porque o Mestre mandou

O missionário vai aos lugares mais distantes do planeta a fim de anunciar o evangelho em obediência a Jesus. Não se trata prioritariamente de responder a desafios maiores ou menores dos encontrados em nossa pátria, mas de se submeter à ordem expressa de Jesus para anúncio do evangelho entre todas as nações.
Essa não é a única base do nosso envolvimento com missões (já que o assunto é bíblico e reafirmado em cada livro das Escrituras), mas é preciso reconhecer que o Mestre não sugeriu ou solicitou, Ele nos mandou fazer discípulos de todas as nações: “Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho mandado; e eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (Mt. 28.19-20).
Aquele que nos mandou ir tem toda autoridade no céu e na Terra. Sendo assim, devemos nos submeter à sua autoridade obedecendo à sua convocação a fim de alcançarmos também os que estão distantes.

Por uma questão de exemplo

Quando olhamos para trás encontramos em toda a história bíblica e eclesiástica o exemplo de homens que cumpriram com obediência o chamado missionário divino. De fato, o evangelho chegou até nós porque esses valentes do passado compreenderam que a Igreja é a agência missionária de Deus para o mundo.
É saudável lembrarmos com frequência que foi por meio do desprendimento e da obediência dos missionários estrangeiros que o evangelho chegou ao nosso país. Eles saíram de suas terras deixando para trás desafios presentes em seu próprio contexto. Antes de desembarcarem no Brasil é possível que também tenham ouvido de seus compatriotas: “Por que ir tão longe se aqui por perto há tanta necessidade?” Não obstante, saíram com coragem e vieram nos trazer o evangelho.
Hoje, tendo sido alcançados com o evangelho, parece que o mínimo que podemos fazer é reproduzir o exemplo, assumindo esse mesmo tipo de iniciativa em relação aos demais povos.

Para impedir o avanço das trevas em outras partes do mundo

Os povos sem o testemunho do evangelho estão perdidos espiritualmente e vivendo na escuridão. Em contrapartida, as falsas religiões continuam avançando e em muitos casos gerando oposição e perseguição ao evangelho.
Há contextos onde a obra da cruz de Cristo ainda não é conhecida e uma das consequências é que de maneira explícita Satanás é tido como rei e permanece recebendo adoração que não lhe é devida.
É importante dizer que quando nos omitimos em pregar a Palavra de Deus, estamos fazendo com que gerações inteiras permaneçam na escuridão. Desta forma, não podemos permanecer indiferentes enquanto temos todas as condições para interferir nestes cenários e fazer com que as trevas sejam dissipadas.

Por uma questão de coerência

Recentemente me sentei com o meu pastor em seu gabinete e ao considerarmos a presença da igreja em nosso bairro, identificamos mais de vinte igrejas locais em uma única rua. Esse fato faz parte da realidade de outras ruas da cidade do Rio de Janeiro e também de muitas outras cidades do nosso país. A questão que vem à mente diante deste quadro é: “Se o acesso ao evangelho é tão abundante em nossas cidades, por que não compartilhá-lo com aqueles que ainda não o receberam?”
Se o evangelho é de fato boas-novas e há muitos que sequer tiveram acesso a ele, acredito que não podemos omitir aos outros tudo o que Cristo fez por nós. Se o fizermos seremos os mais insensíveis e os mais incoerentes de todos os homens, mesmo que não houvesse uma ordem tão explícita para pregarmos o evangelho ao mundo.
Será que é justo que alguns recebam do evangelho em abundância enquanto outros não têm sequer uma oportunidade? Foi em resposta a esse cenário que o apóstolo Paulo escreveu: “Deste modo esforçando-me por anunciar o evangelho, não onde Cristo houvera sido nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio” (Rm. 15.20).

Por uma questão de estratégia

Por mais incrível que pareça, existem povos que nunca ouviram o evangelho e precisam ser focalizados pela Igreja de Jesus Cristo a fim de serem evangelizados. Eles representam nações inteiras intocadas pelo trabalho de evangelização da Igreja e ignorantes da revelação especial de Deus. Eles somam milhões de pessoas que vivem em ignorância espiritual, mergulhados na idolatria e arraigados nas falsas religiões. São vítimas da fome, da pobreza, das doenças, das guerras e da impossibilidade de conhecerem a graça divina, revelada em Cristo Jesus.
Os povos não alcançados são aqueles que não possuem uma comunidade nativa de crentes em Cristo com números ou recursos adequados para evangelizar seu próprio grupo sem a ajuda de missionários transculturais. Eles representam uns 2,3 bilhões de pessoas com muito poucas possibilidades de ouvir e crer no evangelho de Cristo.
Considerando a tarefa inacabada do anúncio do evangelho entre todas as nações, o desafio que mais se destaca para a Igreja em nossa geração é exatamente anunciar o evangelho aos que ainda não ouviram.

Porque é um privilégio

Aquele que deixar o seu lar para seguir para terras distantes a fim de proclamar o evangelho é um mensageiro da paz e pode estar se tornando um pioneiro no trabalho de levar as boas novas de Cristo aos que ainda não ouviram.
Tenho enorme alegria em dizer que o maior investimento que fiz na minha vida foi dedicar a minha juventude no anúncio do evangelho (já se vão treze anos!). Pois a obra missionária é um grande privilégio para quem pode experimentá-la e investimento garantido para a eternidade, certa é recompensa.
Entendemos por meio da teologia bíblica que esse ministério não foi dado aos anjos, mas aos discípulos de Jesus. Portanto, trata-se de um grande privilégio que o Senhor tem reservado para nós.
“Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas" (Rm. 10.15).

Por todas estas razões, vale a pena alcançar aqueles que estão longe de nós!

Publicado na Revista Povos, número 10, dezembro de 2009.
www.povos.com.br

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Aluno, primeiro estágio de um missionário no campo

O processo de ajustes, quando um novo missionário chega no campo, pode ser cheio de tensão.

Missionários trabalhando em determinada cultura na África tiveram que conversar abertamente com a liderança da comunidade e rejeitar a demonstração local de hospitalidade. Para evidenciar que os recém-chegados eram bem-vindos na aldeia, as mães costumavam enviar as filhas solteiras para dormir com os visitantes.

Ao desembarcar em um novo ambiente cultural, um comportamento sugerido é assumir a posição de aprendiz, a fim de assimilar como a vida funciona. Do contrário, o estrangeiro pode complicar dramaticamente sua tarefa e produzir um contexto de grande confusão.

O professor e ex-missionário Duane Elmer ilustra o cenário que pode ser criado quando tentamos transformar determinado contexto transcultural sem ter tido previamente a experiência de conhecê-lo: “Uma agência do governo americano construiu latrinas (banheiros ao ar livre) para melhorar a higiene numa imensa comunidade pobre da Ásia.

Quando o projeto estava completo, os estrangeiros estavam orgulhosos da contribuição que haviam oferecido para a saúde do povo local. Contudo, em pouco tempo, descobriu-se que ninguém da comunidade local estava utilizando as latrinas. Aliás, eles estavam usando, mas como depósito.

O que teria acontecido? Umas poucas perguntas revelaram que as latrinas foram erguidas em direção a Meca e nenhum muçulmano reverente poderia usar um banheiro voltado para sua cidade santa. Uma breve investigação antes de o projeto ter sido iniciado teria salvado a agência estrangeira desta situação embaraçosa”.

[1]Felizmente, a única reação contrária foi o simples desprezo pelos objetos que produziram descontentamento quanto a uma área central da religiosidade do povo. Em ambientes de radicalismo, poderia ter ocorrido manifestações públicas de desagrado, confrontos físicos e até mesmo a retirada daqueles que com boa intenção, mas desorientados culturalmente, acreditaram que estavam servindo o povo.

Notas:Duane Elmer, Cross-Cultural Connections, InterVaesity Press, p. 75.

Artigo publicado no caderno de missões da coluna "Choque Cultural" da edição 83 da Revista Defesa da Fé.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Pedidos de Oração

Pedimos sua oração por nossa entrada na África, nossos vistos (Maria Helena e Beatriz Faria). Orem por nossos familiares, por mantenedores e Intercessores que segurem nossas cordas aqui no Brasil, que se associem a nós na África. Orem Pelo Pastores Waldir e Tânia e Família, para que continuem tendo sabedoria em todo trabalho. Pelo Orfanato que será aberto em Foz do Iguacu, já uma amostra do que será em Angola, Moçambique e Uganda.
Contamos sempre com suas orações para que o trabalho continue abençoado e você faz parte de nosso ministério aqui no Brasil e lá na África.